Guilherme Pinto visitou obras do IP4 em vários pontos do concelho

Fiscalização das obras aumenta

As frentes de obra ligadas à construção do IP4 em Matosinhos foram visitadas por Guilherme Pinto. Para o vice-presidente da autarquia torna-se necessário aumentar a fiscalização das obras, razão pela qual haverá a intervenção da polícia municipal.

Fiscalização das obras aumenta

A Câmara Municipal de Matosinhos não está satisfeita com a forma como estão a decorrer as obras de construção do nó do IP4 entre o centro da cidade e a freguesia de Águas Santas (Maia). Esta é a principal conclusão que é possível tirar da visitas às obra ontem realizada pelo município.

No entender de Guilherme Pinto, trata-se de uma obra fundamental e decisiva para que Matosinhos tenha uma ligação às malha de trânsito. No entanto, explica, ela deve beneficiar e não prejudicar.

O trânsito de pesados em algumas das principais artérias do interior da cidade causa alguns transtornos à população residente. Por isso “hoje (ontem) realizamos uma reunião onde foram definidas novas regras de entrada e saída desses mesmos veículos”.

Custóias

Um dos locais visitados pela comitiva da Câmara Municipal de Matosinhos foi a Rua Cândido dos Reis, em Custóias. Trata-se de uma zona onde existe uma frente de obra e que, na altura das aulas, é bastante utilizado pelas crianças que frequentam a escola do primeiro ciclo ali existente. Tendo em conta essa situação, Guilherme Pinto informou os jornalistas que o transporte dos mais jovens será feito por transportes públicos temporários que fará a ligação entre a sua residência e o estabelecimento de ensino.

Polícia Municipal

Ao que informou o vice-presidente da autarquia, as reuniões com o empreiteiro serão periódicas, estando já marcada uma para a próxima semana. “Queremos evitar os erros sobretudo no campo do trânsito, mas igualmente as questões ambientais e de segurança”, acrescentou.

A concluir a conversa com os jornalistas, Guilherme Pinto não se mostrou preocupado com atrasos nas obras, tendo em conta os mecanismos de fiscalização que contarão com o apoio da Polícia Municipal. “Quem esperou 40 anos, também pode aguardar mais três meses”.


Por: Eduardo Coelho in O Primeiro de Janeiro edição de 2005-09-03

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